O trabalho está feito. Agora precisa ser faturado, e no mês que vem precisa acontecer de novo sem você refazer tudo. Aqui está o dinheiro, na ordem em que acontece.
Escreva o que você oferece e quanto custa cada serviço. Toda proposta parte dessa lista, e você para de passar preço de cabeça.
O cliente vê o que está incluído, quanto custa, e assina. Vocês dois conhecem o escopo do trabalho antes de alguém chamar um carro.
Os termos vão junto com a proposta, então o que você não quer discutir depois fica combinado antes de existir um depois.
A fatura sai da proposta, então nada é digitado de novo. O cliente paga com cartão direto na fatura, e ela fica marcada como paga. Com clientes nos Estados Unidos, também dá para receber por Venmo ou Zelle.
Para o cliente que você atende todo mês, configure uma vez. A fatura sai todo mês sem você escrever, e você fica sabendo quando é paga.
Não. Pagamentos com cartão passam pelo Stripe, que você conecta uma vez, e funcionam no Brasil. Venmo e Zelle só existem nos Estados Unidos: se você atende clientes de lá, coloque seu usuário no perfil e a fatura oferece essas opções também. Esses você marca como pagos quando o dinheiro cai.
Não. A proposta é um link. O cliente abre no celular, confere o que está incluído e assina.
Sim. Uma proposta pode cobrar um sinal na assinatura, e a fatura final desconta esse valor.
Ela cria e envia a fatura no calendário que você definir, a partir de um modelo escrito uma vez. O pagamento funciona como em qualquer fatura.
Propostas, contratos, faturas e mensalidades estão em todos os planos pagos. A papelada é o básico; o guarda-roupa e os lookbooks são o motivo para estar aqui.